Aumente a sua produtividade nos projetos. Aplique as três regras de ouro.

 

Aumente a sua produtividade nos projetos. Aplique as três regras de ouro.

 

Produtividade é a combinação de planejamento inteligente e esforços concentrados. Ficar produtivo no trabalho pode ser um desafio e ao contrário de vários gurus da administração que relacionam dezenas de dicas, resolvemos ser mais econômicos e objetivos e relacionamos três dicas simples, porém muito valiosas. O importante é você entender que nada acontece sem esforço, disciplina e organização.

1- Organização

Aceite o fato de que você não vai se tornar uma pessoa organizada de repente. Crie, aos poucos, o hábito de guardar tudo em um determinado lugar e arrumar a sua mesa no final do expediente. Estabeleça a rotina de se preparar para as atividades que estão surgindo ou que serão trabalhadas.

2- O tempo é a moeda mais importante em sua vida. Saiba qual a reunião deve ser recusada.

Se seu gerente lhe convoca para uma reunião de monitoramento do projeto, então temos uma reunião muito importante. No entanto, participar de uma reunião para definir a programação da festa de fim de ano pode não valer a pena. Saiba optar pelas reuniões mais importantes. Se forem necessárias, mas não imprescindíveis, opte por ser representado por um membro de sua equipe ou tomar conhecimento dos fatos através das notas ou ata de reunião.

3- Crie listas de tarefas e obtenha um rápido plano de ação.

Independente do prazo, isto é, tarefas diárias ou mensais as listas de tarefas ou lista de pendências ajudam a enxergar e sistematizar nossas ações e desta forma podemos diminuir a desorganização do dia a dia tendo sempre em mãos uma espécie de plano de ação. Não existe muita ciência para a elaboração das listas de tarefas, mas algumas dicas são relevantes:

– Planeje, no mínimo, os próximos três dias de trabalho. Dividir suas tarefas num prazo de tempo mais longo permite uma agenda mais flexível e sujeita aos imprevistos típicos do seu trabalho.

– Não atole sua agenda de tarefas diárias. Ao contrário. Abra espaço para imprevistos. Se você trabalha oito horas por dia, por exemplo, comprometa apenas de quatro a cinco horas.

– Se seu método preferido é fazer listas. Siga apenas este recurso e ponto. E em um único lugar. Nada de usar o Google Tarefas, a agenda convencional e outros aplicativos para anotar suas tarefas. Tenha foco

– Se a tarefa é longa, tente dividi-la em várias tarefas menores. Proponha ao seu gerente entregá-la em partes. Quebrar as tarefas eventualmente pode facilitar também a aprovação das atividades, já que a avaliação também será feita em partes.

E por fim dedique alguns minutos ao longo do dia para analisar a lista como um todo. Examine o que já foi feito, avalie se é necessária alguma adequação e se for o caso reprograme com sabedoria o que não for exequível.

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Vida pós Impeachment. E agora?

 

VIDA PÓS IMPEACHMENT. E AGORA?

 

Finalmente, saiu a decisão sobre o impedimento da agora ex-presidente (ou presidenta, caso queiram) Dilma Roussef. Falo finalmente, não comemorando o fato, apesar de também não o estar lamentando, falo finalmente, porque havia a necessidade de uma decisão imediata sobre este imbróglio que já durava cerca de 9 meses.

“A verdade é que o país não poderia continuar mais tempo nessa indecisão de quem o governa.”

Um dos ocorrido ao longo dessa semana, ilustra bem o tamanho das implicações geradas pelo protelamento de uma decisão a muito já conhecida. Em plena recessão, o então presidente em exercício Michel Temer, se encontrava impedido de viajar para compromissos oficiais na China, por não saber se seria presidente quando voltasse. A imagem do presidente com o passaporte na mão esperando uma decisão evidencia bem o tom quase cômico da situação instalada.

Mas o fato é que nosso artigo não se dispõe a discorrer sobre política. Diversos autores, alguns até mesmo mas capacitados que nós, tratarão deste tema ainda pelas próximas semanas, nossa proposta aqui é nos perguntarmos.

“E agora, José?”

Mesmo após a decisão tomada, ainda estamos mergulhados em uma crise. Crise esta, que infelizmente, independente do governo que se encontre em Brasília, não se encerrará de forma breve. Isto porque além de uma crise de governo, de uma crise econômica e do que muitas vezes a grande mídia divulga em nossos telejornais, estamos vivendo um crise de gestão. Uma crise de gestão tão profunda que nos obriga a questionar o estilo, a estrutura, a missão e o sentido de nossas empresas e mercados.

A economia disruptiva, chegou com força total. Ela não é mais uma tendência discutida em salas de aulas ou em porões de universidades. Ela é uma realidade, uma realidade viva e pujante que surge relegando a todos, problemas que antes eram exclusivos das grandes empresas.

Exemplos latentes disso não faltam:

  • Ora são as recentes e por vezes emblemáticas disputas entre “uberistas” (se é que essa palavra existe) e taxistas quanto legalidade, ou não, da prestação do serviço de transporte público nas grandes capitais do país,
  • As atuais e quase sempre intermináveis discussões entre companhias telefônicas e aplicativos de mensagem sobre a possibilidade, ou não, da utilização de serviços de voz e video e
  • As constantes intervenções da justiça nestes mesmos aplicativos pelos mais diversos motivos.

Tudo isto ocorre por um mesmo motivo. O mundo mudou, as pessoas mudaram, os mercados mudaram, tudo mudou, mas a forma como algumas empresas ainda são geridas não mudou.

A luz da verdade temos que entender que algumas empresas já se encontram além da salvação, são dinossauros burocráticos incapazes de se adaptar a nova realidade. Empresas que prezam habilidades e características que não mais se alinham as expectativas atuais, e o pior, não estão dispostos a mudar.

“Muitas destas empresas desaparecerão nos próximos 10 ou 20 anos, algumas ainda nessa década.”

Dentro desta perspectiva, empresas com nomes consolidados e produtos famosos, empresas com o patrimônio que se elevam aos bilhões, com dezenas, centenas ou milhares de empregados, com reputações e posições aparentemente inabaláveis – todas correm perigo de extinção.

Para muitas dessas empresas os últimos anos foram anos de crescimento quase que ininterruptos. O alcance da estabilidade econômica e o período de “farra” das commodities foi o período de circunstâncias equilibradas e prognósticos previsíveis que elas precisavam para crescer.

Em um período assim, a fórmula para o crescimento é relativamente simples. Os executivos parecem cometentes, e muitas vezes o são de fato, se limitam-se a “fazer mais do mesmo”.

Esta fórmula até funcionou durante alguns anos, entretanto, foi justamente esta estratégia que pavimentou o caminho para o desastre atual. O motivo é simples, ao invés de rotineiro e previsível, o ambiente empresarial tornou-se instável, acelerado e revolucionário.

Em tais condições, todas as organizações se tornam extremamente vulneráveis as forças ou pressões internas e externas. Os executivos são literalmente obrigados, a aprender a enfrentar da noite para o dia forças não lineares, ou seja, situações em que pequenas mudanças podem desencadear resultados gigantescos, para o bem e para o mal. E esse era justamente o ambiente para o qual grande parte de nossas lideranças não estava preparada.

Mas como isso aconteceu? Como mudanças tão grandes de comportamento dos clientes e dos mercados ocorreram em um período tão curto de tempo?

A verdade é que elas não ocorreram de forma tão abrupta assim.

Para entendermos bem o que ocorreu, precisamos ter em mente que a maioria de nossos executivos foi doutrinada e muito bem remunerada para pensar apenas em metas de curto e curtíssimo prazo. Ora, pouquíssimas empresas formam seus profissionais atualmente, sendo assim, eventuais laços e relações interpessoais mais profundas com a empresa e com os colegas, geralmente não conseguem ser construídas. Não por culpas de RHs e Chefias muitas vezes, mas simplesmente porque o turn-over em muitas empresas tende a ser elevado em alguns níveis.

A maioria de nós, não faz a mínima idéia de onde estará trabalhando daqui a 5 anos. Alguns não sabem nem em que cidade estarão vivendo, ou mesmo país, e sejamos francos, a maioria das remunerações variáveis das grandes empresas do mundo não consegue valorar ações de longo prazo, sendo assim, tudo se resume ao ano fiscal.

“Dentro deste cenário, porque pensar em como a empresa estará daqui a 10 anos? Ou mesmo daqui a 5 anos?”

Dentro de perspectivas tão curtas, o apreço e a aptidão a mudanças de ordem mais profunda, a um planejamento de longo prazo, a retenção de clientes, de talentos e a criação de valores maiores se tornam cada vez menos importantes e muitos executivos se atem a repetição de fórmulas consagradas. No entanto, as fórmulas que funcionam em tempos de bonança, geralmente de nada servem em mares revoltos.

Precisamos de líderes que saibam ouvir e que entendam que empresas não foram feitas para durarem 1, 2 ou 3 anos e que de acordo com o tamanho das suas empresas, o impacto de suas ações em muito transcende as paredes de seu escritório.

Muitos executivos foram alertados do panorama que se encontrava a frente, foram informados sobre a convulsão iminente, a maioria, no entanto, continuou a cuidar dos negócios como antes. Nós mesmos, atuamos em empresas que detinham todos os dados necessários a identificação do cenário atual, empresas as quais suas lideranças foram sucessivas vezes reportadas sobre o ambiente que para efeitos práticos, já se encontrava convulsionado, mas que, no entanto, optaram por manter suas políticas.

Tal inoperância, por vezes se dá pelos mais diversos fatores. Medo, despreparo, incompetência e tantos mais, mas o que vimos é que as próprias empresas tendem a, mesmo sem saber, estabelecer o ambiente que favoreça a inoperância, ao mais do mesmo, a manutenção das ações e estruturas que segundo muitos “às trouxeram até aqui”.

Hoje, obviamente, estas empresas e seus líderes, estão entendendo melhor o resultado que decisões tardias acarretam aos seus negócios.

Precisamos aprender a olhar para além da PLR (Participação nos Lucros e Resultados) do ano base. Precisamos aprender a ser mais flexíveis, a ser perítos não em burocracia, mas sim na coordenação da ad-hocracia. Precisamos aprender a estabelecer e buscar de forma obstinada as metas de longo prazo e precisamos entender que a unica certeza dos tempos atuais é a mudança, e sendo assim, precisamos estar constantemente preparados para ela. Mas como fazer isso?

Apenas de 3 formas: Monitoramento constante, capacitação elevada e flexibilidade plena. Apenas por meio dessas 3 premissas, as empresas conseguiram se manter nos mercados e crescer no ambiente desafiador que teremos daqui para frente.

Continue nos acompanhando e descubra o que só a PMQuality, líder em auditoria para recuperação de empresas e projetos, pode fazer por você. Caso exista algum tema que você gostaria de ver sendo discutido pelos especialistas da PMQuality, nos escreva, faremos o possível para atendê-lo. PMQuality, nós podemos ajudá-lo a crescer.

Esse texto foi inspirado no livro A empresas flexível de Alvin Toffler.

 

Compliance – Desculpem a sinceridade, mas estão fazendo tudo errado!

Compliance – Desculpem a sinceridade, mas estão fazendo tudo errado!

Ao longo dos últimos anos temos acompanhado a evolução das práticas de compliance nas empresas brasileiras. Apesar deste movimento ter surgido com certa defasagem em relação as melhores práticas mundiais, algumas décadas na verdade, o recebemos com jovial e animada esperança, afinal, antes tarde do que nunca.

É bem verdade, que no início, as poucas empresas que se aventuravam neste emaranhado de questões éticas, práticas e legais eram em sua grande maioria, multinacionais de atuação global que pelos mais diversos motivos se viram compelidas a levar este conceito além dos portões de suas matrizes.

Tais iniciativas, muitas vezes, surgiram carregadas de boas intensões e realmente, traziam em sua origem, um enorme potencial de impacto positivo, entretanto, quando desembarcaram em terras tupiniquins, parece que perderam muito de si no translado, ou mesmo na alfandega, afinal, como disse certa vez o poeta, “o Brasil não é para principiantes”.

Como, no país do jeitinho, poderíamos tratar de compliance?!?!? Como poderíamos estabelecer diretrizes para um conceito que nem ao menos tinha uma tradução para o português? Ora pois, compliance, até hoje, continua sendo chamado de compliance! Nem nos demos ao trabalho de “aportuguesá-lo”, rs!

Como para todo dilema complexo, existe uma solução simples e burra, nossos heróis, em algum ponto do passado deliberaram.

Simples, vamos traduzir “esse negócio” como conformidade, é uma tradução literal, não há nada de errado nisso! Então melhor, complementou outro. Conformidade Legal! Assim, já estará tudo escrito, é só cumprir a regra! E então, sobre aplausos dos colegas, no Brasil, país da lei que não pega, do dia para noite, resolvemos nos tornar experts em “conformidade legal” – como se cumprir a lei fosse um ato digno da Ordem Nacional do Mérito.

Ou será que realmente o é?

Nessa ótica minimalista estabelecida, era extremamente esperado, como efetivamente aconteceu, que diversos profissionais e escritórios de advocacia começassem a prestar serviços relacionados a modelos de compliance, afinal, sem querer aqui discutir a habilidade ou não dos profissionais que as organizações estavam contratando, o que realmente estava se buscando era a conformidade legal, e não uma discussão sobre ética, cultura, comportamento e valores.

É importante salientar, que o objetivo deste artigo não é desconsiderar a importância da conformidade legal nas organizações, muito menos escrever um manifesto sobre filosofia e ética que parta do mito da caverna de Platão e vá até a clonagem da ovelha Dolly ou a pesquisa com células tronco.

Tudo isso é muito importante, hercúleo até, diria eu, ainda mais no Brasil! Um país que nos últimos 20 anos registrou a marca “escalafobética” de 4,2 milhões de novas leis (leis, decretos, portarias e afins) criadas. Quase 24 novas leis por hora! É inacreditável, incompreensível e inadmissível!

Ou, como diria Charles De Gaulle. “O Brasil não é um país sério. 

A crítica nesse modelo todo é que a partir disso, o que se viu foi uma enxurrada de novas regras, mais regras. Uma verdadeira infinidade de Códigos de Conduta Profissional, Código de Conduta de Fornecedor, Políticas de Oferecimento de Brindes e Presentes e etc.

Regras essas que inúmeras vezes, não passavam da importação literal dos procedimentos e práticas estabelecidos em suas matrizes, o que sem dúvidas, jamais contemplará a natureza complexa de uma sociedade tão rica e diversa culturalmente como a brasileira.

Ou será que alguém realmente acredita que os trabalhadores europeus e americanos se assemelham tão profundamente aos brasileiros em seus aspectos sociais, socioeconômicos, educacionais e cognitivos?

E mesmo que se assemelhassem, será que o problema no país das 42.000.000 de novas leis em 20 anos era, realmente a falta de regras?

A verdade é que as empresas que hoje estão liderando os investimentos em compliance e capitaneando seus fornecedores para a adesão destes sistemas, não entraram na Lava Jato por falta de normas, leis, procedimento, códigos e afins. Elas sempre tiveram isso, tudo isso! O problema é muito maior!

Em 1953 o professor e Ph.D. Donald Cressey após um longo estudo identificou os fatores que influenciam diretamente o indivíduo a cometer uma fraude. Para ele, o triangulo da fraude tinha como pilares a racionalização, a oportunidade e a pressão.

 

Seu estudo estabeleceu que a junção destes três itens aumentaria severamente o risco de uma organização em ser fraudada, ou em termo atuais, ter uma quebra em sua política de compliance.

Seguindo este entendimento, as organizações com suas políticas, normas e procedimentos, só estariam atuando sobre um dos pilares, do triangulo de Cressey, o da oportunidade. Todos os controles e regras estabelecidos teriam por objetivo final, apenas reduzir a oportunidade de determinado trabalhador em cometer um delito.

Isso até poderia ser positivo, caso a mesma empresa, não estivesse atuando de forma tão enérgica, e no sentido oposto, em um dos outros pilares, o da pressão. Afinal, cada vez que uma empresa estabelece uma meta ou uma métrica qualquer que só pode ser atingida a partir do comprometimento das questões morais e/ou legais de um trabalhador ela está aumentando sua pressão por um resultado que só pode ser obtido de forma não ética ou amoral.

Da mesma forma, quando um trabalhador assediado moralmente vê seu assediador ser promovido, ou seus colegas que trabalham 10, 12, 14 horas por dia subirem na carreira, mesma a empresa pagando apenas 8, ele passa a entender isso como o correto e passa a exigir isso dos seus liderados.

Cada vez que uma empresa com política de compliance protela uma ação trabalhista só para ganhar tempo, ela manda uma mensagem a todos os seus colaboradores de como eles serão tratados em seus desligamentos e isso estabelece uma justificativa racional para suas eventuais ações no futuro, afinal, foi assim com seus colegas.

Os estudos de Cressey, foram revisitados diversas vezes e em 2004, T. Wolfe e Dana R. Hermanson estabeleceram aquele que foi chamado de Diamante da Fraude, incorporando dois novos elementos ao estudo de Cressey.

 

Considerando toda essa amplitude de fatores, seria realmente possível acreditar que ações isoladas que visam atenuar apenas uma dessas variáveis seriam suficientes para eliminar a causa raiz de todos esses problemas?

Como diria nosso Excelentíssimo Ministro Gilmar Mender. “Não precisa responder.”

As eventuais empresas que por ventura estejam atuando de forma mais ampla e correta em todas as frentes necessárias a eliminação deste problema, nossas mais sinceras desculpas e parabéns.

Para todas as outras, já passou da hora de sentar e reavaliar seus programas de compliance, ética e afins, ou então, corremos o sério risco de continuar perpetuando o modelo de accontability à brasileira, outra palavra que não conseguimos até hoje traduzir para o português, onde a responsabilidade é de tudo e de todos, menos nossa.

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Nota 1 .: A imagem do triangulo de fraude foi extraída de: https://www.ecommercebrasil.com.br/artigos/por-que-nivel-de-fraude-varia-por-pais/ em 01/10/17

Nota 2 .: A imagem do diamante de fraude foi extraída de: http://www.portalnovarejo.com.br/2016/08/19/pentagono-fraude-empresas-gestao/ em 01/10/17